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Arquivo de junho, 2008

30/06/2008 - 17:30

Janela indiscreta

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Segunda-feira brava, ainda sem tempo para organizar algumas news que andei garimpando por aí na última semana (tô soterrado de trabalho, sorry!). Enquanto isso, fazendo a linha “espiando o vizinho”, segue uma coisa mais conceitual que pincei lá no dezeen.com (www.dezeen.com), o site favorito daquele que conhecemos como “Francisco” (controversamente, uma das audiências mais rebeldes – e bem-vindas – deste blog).

Desenhada pela Fredrikson Stallard , a King Bonk, poltrona esculpida em fibra de vidro, tem uma técnica construtiva inusitada: uma massa de espuma delineada por uma corda (!) e lapidada por uma serra elétrica faz o molde. “Demoramos um ano para atingir as curvas perfeitas, e fizemos tudo à mão”, conta o designer Ian Stallard. “Essa peça nunca esteve perto de qualquer máquina”. Com tiragem limitada, a poltrona que parece ser tão ergonômica quanto esquisita, estréia no London Design Festival, que rola em setembro desse ano (depois te conto tudo).

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26/06/2008 - 18:22

Pintando o sete

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Uma das minhas cadeiras favoritas de todos os tempos é a 3107, mais conhecida como Série 7 (evolução do modelo Ant, de 1951), de Arne Jacobsen – se você duvidar da minha predileção por ela, espia minha foto aí ao lado, no perfil, onde estou “enquadrado” pelo espaldar de acrílico de uma das que tenho lá em casa.


Por uma questão de estilo do décor, as minhas são coloridas, mais pop, mas gosto mesmo é daquela tradicional, de madeira, tal e qual o mestre projetou em 1955.


Endereço bacana de design em Sampa, a Artesian convidou um grupo ainda mais bacana para, cada qual ao seu modo, “reinterpretar” as linhas jacobianas da cadeira do designer escandinavo.


O set list de criadores inclui desde o powerfull Aurélio Martinez Flores ao top fotógrafo Valentino Fialdini (meu companheiro de press trip da última vez em que estive em Portugal), com destaque para a duplinha sensação do momento, Fred Benedetti e Fernanda Abs, os donos da Casa da Árvore na casa Cor.


De cima para baixo, pintando o sete: criações de Fred e Fernanda, Aurélio Flores e Cristina Bozian; Carolina Rocco, Bernardo Krasniansky; Valentino Fialdini e sua esposa Doris Sochacvewski.

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25/06/2008 - 16:48

Crash

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Post rápido, mas iluminado. Cria da Norway’s Northern Lightning (www.northernlighting.no), a pendente Scheisse a Moo, lembra as lâmpadas clássicas de um jeito bem explosivo, com esses recortes projetados para uma difusão estratégica – ajustáveis, as placas rebatem e distribuem a luz ao gosto do freguês. Não teria na minha casa, mas achei o look digno de registro. Gostou?

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24/06/2008 - 09:00

Wallpaper

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E já que o frio por essas bandas continua fazendo a gente ranger os dentes, mais dicas de chá para vocês. Direto da edição de junho da Wallpaper, o serviço coffee and tea da Tonfisk faz o efeito zen-modernex combinando cerâmica preta com madeira rústica. É ou não é tudo para aquecer o seu inverno? www.tonfisk-design.fi

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23/06/2008 - 23:09

Serpente de acender

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Genialidade by Ron Arad em três atos para começar bem a semana: luminária PizzaKobra.

Maleável, a peça tem estrutura metálica e leva esse nome porque condensa o shape serpenteado do corpo com um sistema de manuseio em espiral, bem redondinho.

Você monta como quiser. Maiores infos com a Iguzzini (www.iguzzini.com), que tá fabricando esse lux de luxe.

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23/06/2008 - 23:06

Gohan de festa

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Nos últimos dias, trombamos com Kenzo Takada umas 873 vezes. Você sabe que o Mister K é aquele designer japa bambambã, dono da marca ultrapower que leva o seu nome, né? Pois é. Mas o sujeito esteve em tantos lugares ao mesmo tempo que já tem gente maldosa chamando ele de “Gohan de Festa” (só eu esbarrei no cara 5 vezes, em dias e lugares diferentes). Superexposição à parte, como diz Paulo Borges, “Kenzo é tão importante para indústria fashion que foi capaz de desviar a atenção da moda na Europa mais de 40 anos atrás, expandindo
horizontes”.

Entre uma palestra e outra no Brasil, o estilista aproveitou para lançar uma linha de louças com exclusividade na Grifes e Design (www.grifesedesign.com). Curtiu?

Adoro o padrão Kenzo no décor. A coleção de vasos que a L´Oeil importava (não sei se ainda rola. Prometo investigar e fico de te
contar depois) também vale menção honrosa. Por enquanto, vai lá na
Grifes que tem mais…

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23/06/2008 - 23:00

Ultralounge IV

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E lá estava a Forma em três ambientes da Semana de Moda – Sala de Imprensa, Casa SPFW e broadcast do Shopping Iguatemi. A poltrona Joe, criada em 1970 e reeditada pelos designers De Pas, D’Urbino e Lomazzi, para a Coleção Heller, além do banco multiuso Metro, da dinamarquesa Hay, que traz em seu traço a inspiração nos mapas do metrô de Tóquio e Londres, estavam entre as peças da loja que fizeram sucesso por lá.

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20/06/2008 - 19:36

Ultralounge III

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… Mais lounge bacanudo que visitei na SPFW agora à tarde, após o desfile divertidíssimo da Cavalera (com direito ao meu querido J Pig desfilando de porquinho no final. Marcelo Rosenbaum, again and again, arrasou no look do espaço da Melissa, com patchwork coloridíssimo e sofás em referência a origamis e tsurus. Olho no lance!

E a estrela do lounge era a Melissinha by Zaha Hadid (lembra que eu fiz uma entrevista com ela na Vogue deste mês?). Confesso que ainda não tinha visto o produto ao vivo e em cores. Luxo só!

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20/06/2008 - 11:43

Ultralounge II

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Outro lounge engraçadinho que visitei ontem na SPFW foi o da WGSN, portal de tendências hypercool onde nós, o povo da imprensa, e eles, o povo da criação (estilistas, arquitetos, designers e afins), nos esbaldamos.

Marcelo Rosenbaum, junto com a Tok & Stok, armou o circo à moda do site, com paleta variada de cores e texturas (para cada parede, um padrão de tecidos). O efeito é meio “casa de bonecas”, mas bem divertido.

Com a palavra, Marcelo Rosenbaum: “Imaginamos como mora uma mulher jovem Nice. Ela se apropria de sua casa de um modo peculiar, personaliza móveis e objetos, como as portas dos armários revestidas de papel estampado ou as poltronas que ela mesma resolve colorir. Pode trabalhar em casa e sugere seu jeito de viver em cada detalhe. Até o jardim é fantasioso. E a gente resolveu abrir a casa, receber os amigos, assim como ela faria, numa nice”.

Já, já tem mais…

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19/06/2008 - 14:12

Biblioteca Vogue

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Chega de colher de chá (e não venham me acusar de nepotismo), mas até que alguém prove o contrário, continuarei bradando aos quatro ventos: o lounge da Vogue é, de novo, o mais bonito da SPFW. Repare no take exclusivo de Romulo Fialdini que, conforme prometido, postei aí em cima.

Mais do que uma área de trabalho (durante a semana de moda, o espaço é o QG da fofíssima Maria Prata e da turminha que faz o site da RG), o lounge recebe convidados especiais para brindar com vinho, champagne e fina estampa.

O dono do look? Monsieur Fabrizio Rollo, é claro, que tá aqui do lado soprando o conceito do mise-en-scene: “É uma biblioteca masculina, que mistura estéticas como o neoclássico, Império Francês, um tempero inglês e toques medievais. Não dá para classificá-la dentro um estilo específico. Se na moda não podemos simplesmente pegar um vestido do século 17 e reproduzí-lo (exceto se você estiver fazendo um figurino de época), na decoração a história é a mesma. O trabalho que faço é misturar estilos que, independentemente de conversar entre si, possam conviver perfeitamente numa linguagem nova, que cria um novo estilo”.

Nessa métrica, as paredes ganharam retratos a óleo e gravuras de personalidades históricas – de Napoleão a Shakespeare, do Rei Charles X a Pasteur. Uma importante coleção de mapas cartográficos dos séculos 17, 18 e 19, endossam o set list de arte.

Pelas estantes e transbordando pela grande mesa de trabalho, as pilhas de livros estão amontoadas: “Acredito que quem estuda, lê e pesquisa, faz bagunça. Está claro que o ambiente é vivido, usado, que tem gente trabalhando ali”.

Móveis escandinavos do anos 30 ou 60, cadeiras de Hans Wegner, “tecidos extraídos do guarda-roupa masculino”, nas palavras do Fabrizio, esquentam ainda mais o pedaço, armado a toque de caixa. “Tudo foi montado ultra-rápido, em apenas quatro dias – três de montagem e um de decoração. Fui escoltado pela minha fiel (e supercompetente) assistente Bianca Schaffer e pela equipe de montagem do Cacá Ribeiro.

Sempre começo apaixonado por uma determinada referência, que pode ser um elemento arquitetônico, um móvel, uma cor, uma padronagem de tecido. A partir dessa paixão, é que todo o resto se desenvolve. No caso, o ponto de partida foi a arquitetura neoclássica (embora cenográfica), com bandeiras de vidro acima das portas, cruzadas em X”, conclui o nosso editor de estilo.

Se for dar pinta na Bienal por esses dias, aparece lá para conferir.

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