Publicidade

Publicidade

Arquivo de dezembro, 2008

18/12/2008 - 17:16

As curvas que você desenhou para mim

Compartilhe: Twitter

“A arquitetura não me interessa, o que me interessa é a vida”. Sábias palavras as dele, Oscar Niemeyer, que completou mais um ano de vida no último dia 15/12 para somar aos seus cem, muito bem construídos. Você já viu a coleção que a H. Stern lançou a partir dos croquis arquitetônicos do Oscarito? Pela primeira vez, o arquiteto aprova pessoalmente e imprime sua assinatura numa linha de balagandãs em sua homenagem, a partir dos próprios croquis. Entre as belezuras, há uma jóia desenhada por ele numa serigrafia dos anos 80 e várias outras inspiradas em traços femininos. “As jóias são muito bonitas e bem leves. É incrível como conseguiram fazê-las iguais aos meus desenhos”, diz.


A coleção nasceu por iniciativa de Roberto Stern, presidente e diretor de criação da H.Stern, que sempre privilegiou as formas orgânicas e curvilíneas nas jóias. “Não encontramos linhas retas na natureza, por isso gosto da assimetria e dos traços irregulares, mais humanos e naturais”, diz Stern.

A inspiração dos designers não foi a forma final das obras de Niemeyer, mas o elemento primário delas: os traços e contornos aparentemente despretensiosos que, depois de trabalhados, transformam-se em conjuntos arquitetônicos como aqueles de Brasília e da Pampulha, do Copan e do Parque Ibirapuera, o Museu de Arte Contemporânea, em Niterói, e por aí vai.

Se Niemeyer parece torcer as retas em seus monumentos de concreto e transforma as curvas na solução natural para as suas criações, a H.Stern faz o mesmo com ouro e diamantes nesta coleção. Além dos contornos curvilíneos e dos espaços vazios – cultuados no legado arquitetônico da nossa lenda viva – também foram retratados nas jóias. Anéis, pulseiras e brincos valorizam as linhas simples intercaladas por espaços vazados.

A Coleção H.Stern por Oscar Niemeyer tem jóias de ouro e diamantes, divididas em oito linhas e batizadas com nomes de desenhos, obras e de alguns projetos famosos. Carregam a simplicidade dos traços, que se resumem a poucas e essenciais linhas: soltas, livres e contínuas.

Autor: - Categoria(s): Arquitetura, Design Tags: , , , , , ,
08/12/2008 - 18:16

Led it be

Compartilhe: Twitter

Dia de luz no blog, com as luminárias de Fernando Prado, que arrebataram todos os prêmios da categoria no MCB.

A linha Kube, com o diferencial de ter um único perfil de alumínio para montar uma linha completa, é o máximo da trinca forma-função-praticidade.

E a Led it be, com sistema ótico para iluminar somente a área de leitura com o uso dos Leds (cuja vida útil chega a mais de 30 anos para 6 horas de uso diário), é tudo.

Por sinal, acho o nome desta peça um dos mais batutas do design. O trocadilho com a canção dos Beatles é impagável… Você já ouviu na voz da Aretha, com aquela pegada gospel+soul+pop que só ela tem? Aperta o play aí e me conta se arrepiou ou não:

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , , , , , , ,
05/12/2008 - 19:26

Instantâneo

Compartilhe: Twitter

Segundona no ranking do Prêmio Design do MCB, a estante Topo, bolada pelos gaúchos Fernando Rihl e Christopher Procter,  é um exemplo de uso inteligente de material, sem qualquer sobra. O sistema modular emprega tecnologia CNC (Comando Numérico Computadorizado), que aproveita 100% do material bruto sem deixar resíduos.

Com a palavra, o júri: “Leveza, beleza, volumetria alcançada com plano, justo emprego do material e praticidade foram os aspectos elencados pelo júri. A tecnologia empregada traz a utilização total da chapa de madeira através do processo CNC de corte, o que possibilita precisão e produtividade.

A montagem é feita com encaixes na madeira, um número reduzido de parafusos e travamento em perfis de aço. O resultado final, acessível e útil, também economiza espaço no armazenamento e transporte.”

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , , , , ,
04/12/2008 - 18:01

O Aviador

Compartilhe: Twitter

Ainda da série Vencedores do Prêmio Design da Casa Brasileira, cá está o primeiríssimo lugar na categoria Mobiliário: a cadeira Aviador, cria da dupla carioca Fernando Mendes de Almeida e Roberto Hirth.

“Às vezes precisamos escapar um pouco do binômio forma-função e adicionar um pouco de fantasia às nossas vidas. A inspiração da Aviador vem de longe: braços que lembram as asas dos aviões que aqui chegavam nos anos 50 e uma estrutura em estrela que nos traz à mente uma hélice. Pode-se viajar além. As hastes metálicas de um biplano, e até a nobreza do couro do estofamento que remete às antigas jaquetas dos aviadores. Nela, porém, a inspiração se faz presente na medida certa, pois não se trata de um móvel temático, e sim de um projeto totalmente inovador. A Aviador é pequena como uma cadeira, mas oferece o conforto de uma poltrona”.

“A fabricação da cadeira emprega tradicionais técnicas de marcenaria. Os pés dianteiros e a travessa traseira são torneados, o assento e o encosto são de laminação de compensado moldado e revestidos de espuma e couro. Os braços, travessa dianteira e as duas estruturas laterais, são usinados em madeira maciça e encaixados com espigas e cunhas, o que dá grande solidez à peça. Duas hastes metálicas fazem o travamento longitudinal da peça. Produzida em peroba e cedro de reaproveitamento e/ou madeira certificada, cada peça é numerada.” Curtiu? Comente!

Autor: - Categoria(s): Décor, Design Tags: , , , , , ,
03/12/2008 - 23:28

Festa do cabide

Compartilhe: Twitter

A-d-o-r-o  esse cabide metido a besta. E não sou só eu: a peça abocanhou o primeiríssimo lugar na 22ª edição do Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira, cuja abertura da mostra rolou hoje (3/12). Criado por Takeshi Sumi, o acessório consiste em duas placas de madeira curva encaixadas, sem emendas ou parafusos. Genial, não?

22º PRÊMIO DESIGN MUSEU DA CASA BRASILEIRA
Quando:
de 3 de dezembro a 18 de janeiro de 2009. De terça a domingo, das 10h às 18h.
Onde: Museu da Casa Brasileira – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705. Tel.: (11) 3032-3727
Quanto: R$4,00. Estudantes pagam R$ 2,00. Aos domingos, entrada franca

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , , , ,
02/12/2008 - 17:01

Sonho de uma tarde de verão

Compartilhe: Twitter

Tchan, tchan, tchan: olha o blog aí de cara nova, gente! Ainda não me acostumei ao new shape do layout, mas ficou tão mais fácil subir um post com a ferramenta atual (você não imagina o drama que era deixar as fotos formatadinhas, ajeitar tudo proporcionalmente, inserir links e etceteras…), que tô até fazendo um esforço de assimilação. E você, curtiu o look superdimensionado? Se bem que, durante a fase de migração, que leva uns 3 ou 4 dias, muita gente ainda vai visualizar o blog antigo. Mas vamos que vamos e desculpe a nossa falha!

E o assunto de hoje é praia, sol e life style caiçara. A galera que orbita o universo do décor não pára de comentar a capa da edição de dezembro de Casa Vogue, minha revista predileta, como vocês sabem. Na modesta opinião deste blogueiro que vos escreve, é uma das melhores capas de todos os tempos – “parece um livro”, como soprou a Clarissa. Existe ali, naquela cena, algo de muito vivo, muito fresh, muito chic… e sem nenhuma pretensão. Tô viajando na maionese? Pois eu queria era viajar de fato: largar tudo e correr para esta cena agorinha mesmo.

Clicada pelo Marcos Antônio – é a primeira capa-vogue do cara, que daqui pra frente tem tudo para emplacar outras tantas –, a antiga casinha de pescador na Praia do Espelho, ali coladinho em Trancoso, no Sul da Bahia, é só uma deixa dos destinos fabulosos que recheiam a revista. Tem pied-a-terre na Grécia, em Punta, no Marrocos, no litoral norte de Sampa (já reparou que temos trilhas do paraíso a poucos quilômetros da capital?), roteirão de viagem no Vietnã e por aí vai. Quem resiste?

Autor: - Categoria(s): Casa Vogue Tags: , , , , ,
01/12/2008 - 23:10

A cama de Shangai

Compartilhe: Twitter


Segundona zen, sem cama de gato. Semana passada fomos conferir as news da Futon & Home, nicho bacanérrimo para quem curte uma estética oriental no décor, sem muita alegoria – e cheia de categoria.


Com pegada bem moderna, a loja não se limita a caprichar na seleção de cores e tamanhos dos futons (tem para todos os gostos), esticando o look e a técnica dos simpáticos colchões orientais para uma série de produtos que vão de sofás a assentos para poltronas clássicas.

“A marca propõe uma leitura contemporânea do futon a partir de adaptações, criações e repaginações exclusivas de móveis ou customização de objetos. Alguns exemplos são a cadeira Luis XVI com futon e jeans e as poltronas chinesas patinadas. Exclusivos e de fabricação própria, esses futons são confeccionados com algodão natural e estrutura reforçada com manta acrílica, garantindo produtos compactos que suportam peso e não cedem com o tempo”, contam as epivetadas Patrícia e Denise, responsáveis pela comunicação da marca.

Além dos fofoletes, uma coleção hype de louças, porcelanas e acessórios orientais editados pelo bacanérrimo Ricardo Fan, anfitrião da casa, deixa tudo muito mais coordenado. Recomendo. www.futonandhome.com.br

Autor: - Categoria(s): Décor Tags: , , ,
Voltar ao topo