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Arquivo de maio, 2009

28/05/2009 - 19:17

Beduína

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Que legal saber que as criações made in Brasil surfam na crista da onda. Lia Siqueira, arquiteta carioca e designer de mão cheia, acaba de abocanhar premiação em dose dupla no exterior, com essa simpática estante Beduína: o iF Design Award e o Red Dot Design Award.

Anualmente, as duas congratulações alemãs validam as formas e volumes mais importantes do mundo, enaltecendo características como desenho, matéria-prima, adequação ambiental, público consumidor, entre outros critérios.

A estante premiada, desenvolvida em parceria com a bombada Etel Interiores (www.etelinteriores.com.br), reúne todos esses elementos e muito mais. Totalmente feita à mão, em peroba do campo (certificada), a peça é nômade, compacta e pessoal. Dividida em módulos ajustáveis, gera infinitas composições e permite usos diferenciados. Sem falar no shape, nota 10!

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27/05/2009 - 20:12

Olhos coloridos

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Vapt-vupt por conta da correria. Olha que divertida essa mesa eu vi no Dezeen.com. Cria do designer belga Alain Gilles para a italianíssima Bonaldo (www.bonaldo.com), a peça é de uma frugalidade sem fim: consiste numa lâmina de madeira fazendo o tampo + estrutura com pintura automotiva fazendo os pés, num efeito assimétrico descoladaço, valorizado tanto pelo jogo tétrico, quanto pela ginga de cores. Inté!

via Dezeen

Autor: - Categoria(s): Décor, Design Tags: , , , ,
26/05/2009 - 19:36

Alguma coisa acontece

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Sampa não tem praia, não tem montanha, é cinzenta e entulhada, sufocada pelo concreto, mas a gente não larga ela de jeito nenhum. Pródiga em aglutinar gente bacana, antenada e guerreira, a megalópole mixa sotaques estéticos e culturais que não estão no mapa. No recheio dos edifícios que tentam arranhar os céus da urbe, ou em oásis debruçados sobre o perímetro horizontal, um mosaico de tocas cheias de personalidade dão conta do jeito plural de ser e viver do paulistano – ou dos imigrantes que adotaram essas bandas como sua terrinha.

De olho nesse raio-x que não poupa os paredões de cimento, a editora Metalivros (www.metalivros.com.br) lança “Casas de São Paulo“, book bacanérrimo que registra 46 residências de estilos antagônicos. Com cliques impecáveis do Tuca Reinés e textos saborosos de Maria Ignez Barbosa, a obra estampa, em 240 páginas, fragmentos de décor e arquitetura que revelam, além da personalidade dos seus donos, um tanto da sofisticação do principal estado do País. O projeto vem sendo pensado há quase 20 anos pelo editor Ronaldo Graça Couto, e as casas foram editadas sequencialmente em três categorias: urbanas, campestres e praianas, conduzindo o leitor a uma viagem pela intimidade residencial de personalidades proeminentes na comunidade paulista.


No sentido horário, partindo da primeira imagem no canto superior esquerdo, as casas de: Gloria Kalil, Neco Stickel, Arthur Casas e Joyce Pascowitch

Minha amada e idolatrada big boss Clarissa Schneider (diretora da Casa Vogue e maior autoridade em chiqueria que eu conheço), assina o prefácio e abre as portas do seu apê para o livro – uma lição despretensiosa de estilo, como ela o é. Quase todas as residências reveladas em Casas de São Paulo são de pessoas conhecidas na mídia, porém, algumas vezes, pouco conhecidas na intimidade. Gloria Kalil, Charlô Whately, William Maluf, Attilio Baschera e Gregório Kramer, Waldick Jatobá, Joyce Pascowitch, Hector Babenco, Sig Bergamin e Houssein Jarouche integram o time. Confira!


No sentido horário, partindo da primeira imagem do canto superior esquerdo, as casas de: João Armentano, William Maluf, Maria Ignez Barbosa, Sig Bergamin, Luisa Strina e Tuca Reinés

Autor: - Categoria(s): Arquitetura, Décor, Design Tags: , , , , ,
25/05/2009 - 16:47

Mobília Popular Brasileira

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Adoro MPB, o gênero musical, desde que me entendo por gente. Principalmente a dita MPB vintage (morro de preguiça desta nova safra de cantores-clone produzidos em série – principalmente as cantoras –, e dos movimentos pasteurizados que revisitam a pseudo-bossa e a pseudo-fossa das antigas, com muito sampler e pouca personalidade).

Ao ponto: sexta-feira passada fui ver o documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, que conta a saga de um dos maiores nomes do nosso cancioneiro popular: Wilson Simonal. Dirigido por Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal, o filme tenta suturar a imagem do artista na memória do povão, já que, depois de viver dias de Frank Sinatra nos anos 60 (o cara fez um über-sucesso com as massas) ele foi sentenciado ao oblívio (entre as décadas de 70 e 90) por acusações de envolvimento com o DOPS. Simonal morreu em 2000, duro e praticamente esquecido, sem homenagens, sem glamour, sem perdão, com o filme carbonizado tanto pela esquerda, quanto pela direita. “Esquecemos de absolver o Simonal”, escreveu Mario Prata na época. Nunca ninguém provou nada contra o sujeito, muito ao contrário: ele passou os últimos dias da sua vida tentando se livrar da pecha de alcagoete, chacoalhando, em programetes de auditório, um documento oficial do Ministério da Justiça atestando isenção de qualquer vínculo, em qualquer época, com o DOPS. Mesmo banido do circuito, o cantor deixou mais do que uma obra do balacobaco (que, espero, engate um fôlego a partir do impulso do cinema): seu DNA continua saltitando no ótimo trabalho dos herdeiros Max de Castro e Simoninha, gente boa que pintou na gênese da gravadora Trama (conheço os caras desde a época do movimento paulista Artistas Reunidos, embrião de uma renovação na cena, antes do boom da pasteurização a que me refiro lá em cima).

De volta ao assunto-combustível deste blog (o resto é só link culturete), outra MPB que faz a minha cabeça é a Mobília Popular Brasileira, tramada por uma gente cheia de ginga nas curvas – tal e qual Simonal swingava suas notas. Em cartaz na loja-galeria Passado Composto Século XX (www.passadocomposto.com.br), a partir de junho, a expo “Sempre Modernos” promete reunir um elenco de peso: Joaquim Tenreiro, Sergio Rodrigues, Jorge Zalszupin e Jean Gillon. São cerca de 40 peças originais (móveis, tapeçarias, estudos e objetos), pinçadas tanto no acervo da loja como em coleções particulares. “É uma oportunidade de conhecer preciosidades de um período especialmente rico da história do design brasileiro”, diz Adélia Borges, curadora da mostra e uma das maiores autoridades do design por essas bandas.

Todas as peças expostas são originais, a maioria produzida com o jacarandá-da-bahia, madeira de grande durabilidade e qualidade, quase totalmente extinta. “Por sua qualidade estética e técnica, os móveis desse período alcançaram o atributo de clássicos atemporais”, explica Borges.

Assim como a carreira de Simonal, esses móveis já tiveram seus dias de desprezo, e só muito recentemente começaram a ser devidamente valorizados. “Antiquários e casas de leilões da Europa e Estados Unidos, até então dedicados quase exclusivamente a obras européias, passaram a trabalhar com produtos made in Brazil, que têm alcançado enorme prestígio e reconhecimento. Um dos exemplos é a cadeira Três Pés, de Joaquim Tenreiro, que foi vendida em Nova York, em 2004, por US$ 54 mil e em 2006, alcançou a cotação de US$ 250 mil, segundo reportagem publicada na revista especializada Art+Auction” contou Sandra Sobral, que faz a comunicação do evento.

Seja qual for a sua MPB favorita, para sacudir geral, pesquei no Youtube uma cena espetacular que faz parte de “Ninguém sabe o duro que dei”: Simonal em dueto com ninguém menos que Sarah Vaughan, a diva que divide com Billie Holiday e Ella Fitzgerald a santíssima trindade matriarcal do jazz:

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20/05/2009 - 21:11

No rabo do jacaré

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No caldeirão de Zaha Hadid (olha ela aqui de novo!), moda, arquitetura e design são farinhas do mesmo saco. Lembra do sapatinho que ela desenhou para a Melissa? Pois agora a arquiteta iraquiana rabisca mais um pisante, desta vez para a Lacoste (meu jacaré predileto, diga-se de passagem).

A novidade não acrescenta absolutamente nada de novo ou subversivo ao portfólio da designer, mas dá um sopro de vanguarda na marca do tenista francês René Lacoste, cujo desenho original da sua peça mais notória, a camisa polo, é praticamente o mesmo, desde 1927 (graças a Deus! Adoro a inovação… mas existem certas coisas que, definitivamente, não podem ser “mexidas”). Tradição de um lado, modernidade absoluta (e polêmica) do outro: Zaha é o que há de mais badalado no panorama internacional da arquitetura contemporânea. Mas, as formas que saltam da sua telinha de plasma 40”, dividem opiniões. Como sempre rasgo elogios inflamados à mulher, desta vez achei mais conveniente, para efeitos jornalísticos, ser menos opinativo e virar a moeda. Fabrizio Rollo, editor de estilo de Vogue e Casa Vogue, solta o verbo: “No começo, a estética dela causou um impacto no mundo. Parecia que nós precisávamos daquele ‘beliscão’ de modernidade e futurismo. Mas com o beliscão, vem o grito. Está na hora de coisas mais macias e doces, de menos dor. A impressão que dá é que ela se senta ao computador para criar, aperta um botão, e… o computador faz tudo para ela… Tenho um amigo, o arquiteto belga Vincent Van Doysen, que com suas linhas puristas conquistou clientes como a atriz Julianne Moore, que compartilha a mesmo opinião que eu”, diz.

Sou contra essa arquitetura escultural, em larga escala – em exceções, tudo bem. Mas imagine uma cidade abarrotada de prédios esculturais. Seria um caos, uma agressão urbana. Por mais verticalizadas que sejam, no conjunto, as linhas puras compõem um skyline mais harmônico”, conclui.

Na seleção de imagens abaixo, sem crocodilagem, uma retrospectiva do traço de Zaha, aplicado em prédios, móveis, casas e coisas:

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18/05/2009 - 11:54

Galinheiro

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Outro dia o Zé Renato Maia (caso você não saiba, o idealizador do layout deste blog bonitão que cintila em marrom-bombom e azul-tendência na sua telinha), mostrou um site japa superbacana: o www.kyouei-ltd.co.jp . O estúdio tem uma pegada bem vanguardista, tanto no conceito do desenho (seco, purista, futurista) como nos materiais alternativos que explora. Exemplo disso é esta Composition Chair, feita em camadas de malha metálica que parecem aquelas telinhas de galinheiro. E nada mais – a poltrona não leva nenhum outro material na estrutura ou no recheio: o que sustenta a peça é o próprio alumínio, recortado numa espessura firme, mas flexível (cerca de 3 milímetros).

Apesar do impacto e da frieza da matéria, o efeito é muito leve, por conta dos furinhos que “oxigenam” o móvel. Não sei se é ergonômica (test drive, por enquanto, só em Tóquio), como outras peças aramadas, tipo o jogo de Bertoia que tenho lá em casa – e que acho confortabilíssimo. Mas aprovo o look. E você?

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13/05/2009 - 17:32

Puxando o tapete

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Aproveitando o gancho dessa história de tapetes alemães, descolei outra novidade do gênero lá no Dezeen.com (meu blog gringo predileto). Todo mundo sabe que os carpetes de madeira, evolução do assoalho, estão entre os acabamentos mais blockbusters do mercado, desde o século passado. Mas uma estudande alemã de desenho industrial foi um pouquinho mais longe ao criar uma variante cheia de mobilidade: tapetes de madeira.

Quem se liga nos mandos e desmandos do planeta décor, já está até acostumado com tapetes diferentões, com lãs mais felpudas e volumosas do que a cabeleira da Diana Ross, ou modelos estilizados em retalhos, couros, peles sintéticas, borrachas e afins. Mas acho que Elisa Strozyk puxou o tapete de todo mundo no quesito originalidade.

A técnica da moça (que tem pouco mais de vinte aninhos e cursa o Central Saint Martins College of Art and Design, em Londres) varia conforme o efeito que ela quer dar aos pisantes. Assim, as placas podem ser cortadas a laser ou artesanalmente mesmo. Depois, são coladas a uma malha anti-derrapante, como uma espécie de mosaico. A funcionalidade do produto é impecável, considerando que, tanto pela espessura da madeira quanto pela aderência do tecido no chão, ninguém escorrega ou tropeça.

Por enquanto, ela batizou este trabalho (ainda acadêmico, mas já premiado e patenteado) de “madeiras têxteis”. Pela geometria do material e pela flexibilidade da sua superfície, é possível aplicá-lo também como acabamento em diferentes plataformas: pisos fixos, paredes, revestimentos de móveis.

Desenvolvi este trabalho quando estava trabalhando com lâminas irregulares de madeira descartadas por uma marcenaria. Fiquei fascinada pela sua geometria e tive a ideia de fazer os tapetes. Para o designer, é fundamental inventar novos usos com material residual. Numa época onde os recursos estão cada vez mais ecassos, é importantíssimo contar com essa consciência de reciclagem”, contou ela ao Dezeen. Abaixo, uma imagem em GIF que mostra o produto em ação:

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12/05/2009 - 11:30

Pé de arte

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Se estivessem na vertical, enquadrados por uma moldura qualquer, os trabalhos de Jürgen Dahlmanns se passariam fácil por arte contemporânea. Deitadas sobre o chão, essas pseudo-telas logo denunciam o uso: são tapetes. Holandês radicado na Alemanha, formado em ciências políticas e arquitetura, o artista chegou a atuar em projetos de expressão, como o complexo cultural MuseumsQuartier, em Viena, na Áustria. Mas com 20 e poucos anos, durante uma ego-trip pelo Nepal, deu com a arte da tapeçaria tibetana e teve o insight. Diploma de um lado, sonhos do outro, correu o mundo e dissecou o assunto, até desenvolver a própria técnica.

Mantendo a tradição artesanal na confecção, mas abastecido pela força cosmopololita e vanguardista de sua Berlim, Dahlmanns desenvolveu um estudo de cores e padrões que colocam sua produção no limite entre a arte e o design, com materiais especiais (lãs e sedas de alto padrão) combinados à manufatura rústica que garante a pluraridade do conjunto e a exclusividade de cada modelo.

Não crio repetindo padrões, mas reproduzo a vida e a cor”, conta. O efeito visual passeia pelo abstracionismo, passa pelas figuras lúdicas e pelo pop, brinca com a street art e com a escrita em frases estilizadas. “Nossos tapetes são malcriados e inteligentes. A mesma combinação que admiro nas pessoas”, provoca.

Tramados no Himalaia, nó a nó, os tapetes têm um processo de produção demorado: podem levar até quatro meses cada, o que só acentua a personalidade do produto. E foi exatamente essa característica que chamou a atenção da By Kamy (www.bykamy.com), que traz com exclusividade para o Brasil as criações de Jürgen Dahlmanns, na exposição Love Stories, em cartaz até o final de julho. “Ele desenha seus croquis à mão, como se fosse uma pintura. Depois, concretiza sua forma com matérias-primas ecologicamente corretas. Tudo é tecido em ponto fino, como são os melhores tapetes orientais. O efeito final parece um desenho, mas na verdade tudo é tecido à mão”, explica Kamyar Abrarpour, que descobriu o trabalho do artista numa feira em Frankfurt, há cerca de quatro anos. “Ele é ousado e original, é alta-costura tapeceira. E é isso que nos interessa nas exposições que realizamos, como já fizemos com grandes designers como Teddy Summer ou Behrouz Kolahi”, finaliza. Enfim, arte aos seus pés.

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11/05/2009 - 18:53

Os móveis da Julia

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Com pouco mais de dez anos de carreira, Julia Krantz (www.juliakrantz.com.br) está em altíssima conta no “estrangeiro”. A R 20th Century Gallery, maior galeria de arte para mobiliário brasileiro em Nova York, define o trabalho da designer paulista com pompa e circunstância: “Com seu entalhe manual, Julia Krantz incorpora a escala e as curvas orgânicas de ícones do design brasileiro como Sergio Rodrigues e José Zanine, trazendo ainda referências do inigualável mestre da minúcia, Joaquim Tenreiro”.

De fato, a obra desses ícones compatriotas (e de escandinavos como Hans Wegner e Tapio Wirkkala) inspira Julia. Tanto quanto as formas sugeridas pela própria natureza. Mas sua habilidade em esculpir curvas sensuais a partir de madeira de manejo sustentável, rendeu-lhe uma autenticidade preciosa.

Formada em Arquitetura e urbanismo pela USP, em 1997, ela dirige, desde 2000, o próprio estúdio, a Movelaria, de onde exporta coisas lindas como a Cadeira Slide, o Banco Bigorna e a Mesa Baum, postadas aqui.

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07/05/2009 - 19:49

A lista

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O escritório TsAO & McKOWN Architects, de Calvin Tsao e Zack McKown, ficou com o prêmio de Design de Interiores / foto: Divulgação

Saindo do forno, a lista do 10º Prêmio Anual de Design do National Design Museum sacode Nova York – e o mundo.


O pavilhão de artes Heyri, do escritório SHoP, condecorado com o prêmio de Arquitetura / foto: Divulgação

Passado o zigue-zague milanês, um timão de designers, jornalistas, educadores e agitadores culturais da Big Apple votou nos profissionais mais expressivos de 2008, a partir de critérios como excelência dos produtos, grau de inovação, impacto público e consciência ambiental.


Através de centenas de exposições, publicações e apresentações de designers do mundo inteiro, o Walker Art Center ganhou o prêmio de Design Corporativo ou Institucional / foto: Divulgação

Os vencedores deste ano refletem os novos tempos. Vivemos numa era que exige envolvimento público e na qual o design deve ser executado com o uso responsável dos recursos. O impacto público dos vencedores demonstra que o design tem um alcance amplo em diversos setores do mercado“, disse Paul Warwick Thompson, diretor do museu.


Coleção de outono/inverno 2009/10 da Calvin Klein, sob comando do mineiro Francisco Costa, premiado na categoria fashion do National Design Museum / foto: Divulgação

O brasuca Francisco Costa, estilista da Calvin Klein, arrematou a categoria fashion do Prêmio (leia reportagem by André Rodrigues no site SPFW). Abaixo, um resumete dos condecorados:

Prêmio pelo Conjunto da Obra: Bill Moggridge

Prêmio Cérebro do Design: Amory B. Lovins

Prêmio Corporativo ou Institucional: Walker Art Center

Prêmio de Arquitetura: SHoP Architects

Prêmio de Design aplicado na Comunicação: The New York Times

Prêmio de Design de Moda: Francisco Costa para Calvin Klein Collection

Prêmio de Design Interativo: Perceptive Pixel Inc.

Prêmio de Decoração de Ambientes: Tsao & McKown Architects

Prêmio de Paisagismo: Hood Design

Prêmio de Design de Produto: Boym Partners

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