Publicidade

Publicidade

16/01/2009 - 17:55

Porta-você

Compartilhe: Twitter

Engraçadinho esse set de mesa e cadeiras com compartimentos para traquitanas, pinçado no sempre antenado dezeen (www.dezeen.com).

Cria de Kaman Tung, as peças vem com porta-trecos para você guardar o laptop, a bolsa, pendurar o casaco e o que mais tiver de excesso na hora de encarar um encontro business. A idéia é bacana, mas nem é preciso lembrar que funciona só para restaurantes e salas de reuniões, né?

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , ,
21/11/2008 - 14:51

Quando pimenta é refresco

Compartilhe: Twitter


Acho que já contei aqui que sou fã incondicional de pimenta, né? Não curto muito a comida mexicana, mas aquela ardência incomparável é o que me faz tolerá-la. Há alguns anos, estive em Los Cabos e me apaixonei por um tipo de pimentão que os chicanos chamam de rocoto. É uma coisa forte pacas, que chega a entorpecer. Esse ano, no Peru, voltei a provar da fruta nas mais diferentes versões, incluindo uma recheada capaz de derreter qualquer boneco de neve, como eu – fiquei totalmente dizzy sem beber um ml sequer de tequila.


Por essas terras calientes, coisa ardida é o que não falta, do acarajé da Dadá ao molhinho da Dona Maria, mãe de minha quase-irmãzinha Adriana Oliveira. Outra queridíssima amiga, a Rosa Nepomuceno, decana do jornalismo brasuca, expert em temperinhos nas horas vagas, conta no seu livro Na rota das especiarias, que elas, as pimentas, só fazem bem. Duvida? Dá um google e descubra. A pungência das pimentas deve-se a presença da capsaicina. Essa substância química que garante a picância, é justamente o que faz bem à saúde (se você não sofrer de hemorróidas, é claro). A capsaicina têm propriedades que atuam como cicatrizante de feridas, antioxidante, dissolução de coágulos sanguíneos, previne a arteriosclerose, controla o colesterol, evita hemorragias, aumenta a resistência física e dá um “baratinho” nos menos céticos. Além disso, influencia a liberação de endorfinas, causando uma sensação de bem-estar muito agradável, na elevação do humor.


Todo esse blablablá para apresentar esses saleiros e pimenteiros que pesquei no Dezeen. Fabricados pela Norway Says para a loja Muuto, eles são feitos de madeira laqueada com mecanismos de cerâmica, em três cores: preto para pimenta, branco para o sal e multicolorido para ambos. O sistema de moagem tem 25 anos de garantia – coisa de gringo, que compra pimenteiro uma vez na vida.

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , , , , , ,
18/11/2008 - 17:55

Doces Bárbaros

Compartilhe: Twitter


É hoje a inauguração oficial da Scandinavia Designs, em Sampa. A loja, ali na Barão de Capanema, ao lado do DOM, é um charme. Aurélio Martinez Flores, um dos arquitetos mais incríveis desses brasis (ok, ele nasceu no México, mas é brasileiro de coração, tá?) assina a arquitetura, que em absolutamente em nada lembra a academia horrorosa que ocupava o endereço – diga-se de passagem, espaço este do qual eu era freqüentador quase assíduo em tempos de tentativas frustradas de malhação – não funcionou, eu sei.


De volta ao X da questão: baseado na simplicidade atemporal, o design escandinavo tem um papel determinante no desenvolvimento do cenário estético contemporâneo. Entre os 50s e os 60s, grandes papas como Arne Jacobsen, Erik Magnussen, Verner Panton e Piet Hein, criaram clássicos fascinantes, expostos nos melhores museus do mundo como obras de arte. Hoje em dia, os veteranos continuam no topo e os novos artistas surgem seguindo a cartilha à risca.

Essas peças estão longe de ser folclóricas ou regionais, ao contrário: mixam look sofisticado e praticidade, mas tem uma característica facilmente reconhecida pelo olhar, o que tem tudo a ver com a geografia. A Escandinávia é formada pela Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia e Islândia, regiões muito frias onde o clima hostil é predominante na maior parte do ano. Por essas e outras, a casa escandinava sempre representou o núcleo de existência deste povo, daí a cultura de se criar um ambiente acolhedor, composto de objetos que, além de belos e ergonômicos, tivessem alguma função prática. É cultural.


A Scandinavia Designs é o primeiro showroom no Brasil a vender produtos de designers escandinavos para todos os segmentos. Bárbaro, não? Espie o site e me conta: www.scandinavia-designs.com.br

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , , , , ,
12/09/2008 - 13:30

Top chef

Compartilhe: Twitter


Panela velha, tô fora – quem faz comida boa mesmo, em casa ou no DOM, sabe que equipamento bacana é tudo. Alex Atala, o kaiser da gastronomia tupiniquim, acaba de lançar, em parceria com a tra-tra-tra-dicionalíssima Tramontina (www.tramontina.com.br), uma coleção de panelas que não deixam nada a dever a grandes vedetes como Le Creuset e companhia. A linha Trix, que tem esse nome por causa do corpo triplo, além de distribuir melhor o calor entre os alimentos, tem design boa pinta, espaçoso e ergonômico – que é a cara do meu xará, não é não?

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , , , , ,
25/08/2008 - 11:53

James Brown

Compartilhe: Twitter

A St. James acertou na mosca ao contratar Baba Vacaro como diretora de criação. Sob a batuta dela, que, cá entre nós, enxerga longe, os produtos ganharam aquele fôlego modernex que a gente adora. Sem falar na trinca premiada que assina alguns dos Pequenos Luxos Cotidianos, como a nova coleção foi batizada: Claudia Moreira Salles, Ari Lyra e Jun Sakamoto.


A linha Babel, by Claudia Moreira Salles, convida para a festa com o seu kit geométrico “petit comité de luxe”: tem balde térmico de gelo, balde duplo de champagne e petisqueira dupla.


O sofisticadíssimo-globalizadíssimo-delicadíssimo-excelentíssimo-escoladíssimo Ari Lyra, risca e rabisca com a linha Ziggy, que tem vasos, centros de mesa, cachepots e outros que tais. Ari sabe das coisas…


Nem designer ele é. Mas o dono do sushi mais disputado do Brasil traçou esses objetos da linha Kaguya Hime com a precisão de um samurai. Vale ou não um chá em comemoração aos 100 anos da imigração japa no Brasil?


Para começar a semana sacudindo geral, deixo vocês com mister James Brown e seu Sex Machine, direto do ano em que nasci: 1976.

Autor: - Categoria(s): Décor, Design Tags: , , , , , , , ,
22/08/2008 - 15:57

O código da vinte (e cinco de março)

Compartilhe: Twitter


Sexta-feira passada, Zé Renato Maia e eu tomamos coragem e fomos até a Doural, em plena 25 de março. Você já ouviu falar nessa loja? Para quem gosta de cozinhar (como nós gostamos), o endereço é uma verdadeira Disneylândia, com acessórios incríveis, para todos os gostos e bolsos – tem desde tupewares simplesinhos até caçarolas Le Creuset (meu sonho de consumo), passando pelos eletro-hypes da Osther.


A odisséia, definitivamente, vale a pena, mas exige disposição, porquê cotoveladas, esbarrões e aquele “calor-humano” da 25, fazem parte da trip – me refiro ao trajeto, não à megastore em si, que é mais tranqüila.


Na chegada, é só alegria: são dois andares imensos, mais de mil metros quadrados, abarrotados com quase 50 mil itens apresentados sem frescura, em corredores abarrotados – o que deixa tudo muito mais charmoso. Fernando Assad, o dono, mantêm o estoque na crista da onda: “Viajamos pelo mundo e sempre pesquisamos a qualidade dos produtos. Se estiver de acordo com o perfil da loja, importamos”. Assim é há 103 anos (sim, a loja está ali desde antes do nascimento de Oscar Niemeyer).


Das mais de 100 marcas nacionais e internacionais representadas, fico com os cases da Coza (adoro plástico! Pronto, falei!), da Tramontina, da Staub, da Typhoon (repare no escorredor vintage vermelho, minha última aquisição, e na coleção de colheres de pau da marca. É luxo só!

Autor: - Categoria(s): Design Tags: , , , , , , , , ,
Voltar ao topo