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24/08/2010 - 20:02

Sem folha não tem sonho

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Uma coisa pode até não ter muita relação com outra, mas quando vi essas luminárias, a música da Bethânia (escrita por Gerônimo e Ildásio Tavares), começou a ecoar sem parar na minha cabeça.

Um dos designers mais bombados do século 21, Ross Lovegrove não para de inventar moda. A última do designer inglês atende pelo nome de Cosmic Leaf. Com corpo de metal e difusor de acrílico, a luminária é fiel à produção do artista, que explora formas orgânicas com efeito futurista, acentuando as curvas ao máximo. “Produtos quadrados não se relacionam com você, com o seu corpo. O orgânico é abstrato, ele pode estar presente em qualquer lugar e em qualquer coisa que você faça. É a forma que você pensa e enxerga”, diz. Sacou a relação com o shape da folha? Como cantava a mana do Caetano na abertura do seu show Brasileirinho: “Sem folha não tem sonho / Sem não tem vida / Sem folha não tem nada”.

La Lampe
Al. Gabriel Monteiro da Silva, 1.258
tel. 11 3069-3949
+ lalampe.com.br

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28/04/2010 - 14:26

Óleo Diesel

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E a Lumini (www.lumini.com.br), uma das lojas de iluminação mais bacanudas da Pauliceia, acaba de dar um retrofit na vitrine. Entre as novidades, adorei essa “Glass Sospensione” aí em cima, da coleção Diesel+Foscarini, em vidro soprado e metal. Da mesma tchurma, as luminárias de chão com base de metal e cúpula sintética retrátil (abaixo), também merecem os holofotes.

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14/10/2009 - 15:10

Pastel

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Uma vaia para quem ainda não se ligou que a reciclagem é a única forma de retroceder alguns passinhos nos estragos que nós fazemos diariamente nesse mundão castigado de meu Deus (cada vez mais com cara de fim de feira, diga-se de passagem).
João-Melo-Leitão-e-Marcelo-Macedo

Exemplo de “gente que faz”:  olha que boa essa luminária da carioca Addict, desenvolvida pelos designers João Melo Leitão & Marcelo Macedo a partir de… caixotes de feira! “Jamais poderíamos expressar o DNA da Addict se não nos preocupássemos com desenvolvimento sustentável e reutlização”, diz João.

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29/06/2009 - 23:55

Duas metades

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Se você, assim como eu, é fã do uso responsável da madeira empregada nos acepipes de casa, clique no site do designer americano Paul Loebach (www.paulloebach.com) e se delicie. Enquanto isso, para antecipar uma ideia do trabalho bonitinho do cara, colei de lá um espelho esquisitão (mas originalíssimo), além da mesa com tampo de vidro, da luminária em look meio “A Bela e a Fera” e da cadeira simplista: recortes de um portfólio honesto e sem firulas. Mas o que mais gostei mesmo são os vasos. Feitos em madeira maciça, eles são esculpidos em duas metades e depois unidos com uma linha divisória em relevo, que acentua o trabalho artesanal. Adoro o efeito!

Mudando de assunto: lembra que eu comentei outro dia sobre a vitrine da Forma, com as peças do Wagner Archela e etc? Pois bem… Na verdade, a vitrine é da Cod (Creative Original Design), loja que passa a ocupar o tradicional endereço da Cidade Jardim (onde a Forma funcionou por 50 anos). Quem conta é Paulo Chaits Kus, que faz a comunicação da marca: “A nova loja está instalada no renomado prédio assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, um dos marcos da arquitetura brasileira. A COD representa as marcas Teperman, Rolf Benz e Herman Miller, além de licenciar produtos exclusivos com a sua marca como as peças Biela e Pazzeto, do Wagner Archella. Trata-se de uma multi-marcas, sem nenhuma relação com o antigo ocupante do imóvel. Aqui os ambientes podem ser vivenciados na prática, trazendo o projeto à realidade, atendendo o mercado corporativo e residencial plenamente”.


Entre os clássicos que você encontra por lá, está a divertida Red and Blue, criada pelo arquiteto holandês Gerrit Rietveld. Recado dado, fica o convite para uma visita. Comece pelo site: www.codbr.com

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27/04/2009 - 18:42

Zaha Total – o retorno

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Um doce para quem acertar quem é o autor dessa luminária metidíssima, apresentada em Milão e sugestivamente batizada de Genesy. Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três… Claro que só podia ser cria da Zaha Hadid. Desenhada para a Artemide (www.artemide.com), a peça foi esculpida a partir da equação básica da arquiteta iraquiana: aerodinâmica + formas orgânicas e fluidas + alta tecnologia.

A inspiração tira partido das árvores, evoluindo da base ao topo como se fosse um tronco desembocando na copa frondosa. As lâmpadas acompanham essa crescente, para uma difusão bem mais intensa do que as outras luminárias. Vazado nas extremidades e nas laterais, o corpo (esculpido em poliuretano) distribui a iluminação e difunde os contrastes, com efeitos interessantíssimos.

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27/03/2009 - 18:00

Set listra

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Desta vez, as listrinhas tipo arco-íris que colorem o post do dia não têm nada a ver com Mister Marton. A série de abajures Luz Luz, do Rodrigo Kurhi, em edição limitadíssima (são apenas 9 peças, todas numeradas), explora o padrão risca-de-giz com material importado: “Continuo a explorar a madeira como matéria-prima para a base de abajures. Já para as cúpulas, fui buscar algo colorido, simples e feliz. Encontrei isso na Liberty de Londres”, conta sobre o tecido que faz um tie die suave de cores que puxam para o rosa, em contraste com a rusticidade do compensado. Confira (e bom finde):

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16/02/2009 - 16:58

Resto de toco

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Pau, pedra e restos de toco podem ser um bom começo para mãos criativas. Por mais modernosa que seja a decoração, sempre vale esquentar a cena com detalhes rústicos, de apelo natureba, à moda de artistas como Hugo França, Petry, Fernando Rodrigues e outros caras que extraem matéria-prima e força criativa da natureza, sem sacrificá-la.

Olha só que luxo essa coleção Bleu Nature,  bolada pelo designer francês Frank Lefebvre. Os ingredientes básicos das  peças são resíduos naturais de floresta: troncos secos, galhos que flutuam no mar, madeiras petrificadas, pedras e outros “restos de toco”.

A linha sintetisa o encontro da supremacia técnica do crafitismo francês com o produto natural, resultando em obras únicas em suas dimensões e formas. Note como materiais tecnológicos e antagônicos, como metais e tecidos, casam direitinho com as bases toscas.

Com exclusividade na PuntoLuce (www.puntoluce.com.br)

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06/02/2009 - 15:09

Cobra criada

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O último bote de Ingo Maurer (www.ingomaurer.com), o papa da luminotécnica contemporânea, atende pelo nome de “Alizz.Cooper”. Nada a ver com o heavy metal de Alice Cooper (ou, tudo a ver com ele, se você quiser, considerando a pegada hard da peçonhenta).

Composta por uma loooonga haste flexível (que pode funcionar como luminária pendente, de mesa ou de chão) serpenteada com leds super-potentes na cabeça, a rastejante foi inspirada naquelas mangueiras de jardim.

Por enquanto, é só um protótipo apresentado na Estocolmo Design Week (quando é que vamos ter um Sampa Design Week, hein Taissa Buescu?), mas tem tudo para vingar em escala industrial, considerando o cobra que assina.

A peça é bem divertida e funcional mas, cá entre nós, não é nenhuma novidade, né? Quem acompanha o blog, já viu coisa parecida made in Brasil. Lembram do Fernando Prado? Sssssssssssssss!

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05/02/2009 - 11:14

Índia in

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Enquanto a novela das 8 da Globo (aquela que começa às 9h) continua resgatando a modinha indiana (vide a 25 de março, que anda mais colorida do que as avenidas de Delhi, com aqueles saiões manchados pendurados nas vitrines), o circuito da decoração – que de bobo não tem nada – também já vai desovando sua melhor porção “Caminho das Índias”.

Justiça seja feita: o look indiano nunca saiu de moda no décor, já que um temperinho étnico (de qualquer banda) cai bem em qualquer estilo, dos conservadores aos  mais modernex. Mas que a globalização (e a Glória Perez) dão um empurrãozinho, ah, isso dão.

A Lumini (www.lumini.com.br), por exemplo, já se rendeu ao apelo “indie”, mas o fez em grande estilo, finíssima que é. A aposta da marca são essas luminárias chiquérrimas de Sir Tom Dixon. Inspirado nos vasos indianos, o designer inglês traçou as formas da coleção Beat, forjada à mão em bronze envelhecido (foto acima). Index!

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