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14/10/2010 - 20:54

Impressões

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E a vida continua mais corrida do que a São Silvestre – quando você se der conta da revista que estamos preparando, chic no úrtimo, vai entender o porquê de tantos hiatos neste blog que um dia já foi atualizado religiosamente.

Por enquanto, mais um post very fast (e não menos importante por isso). Heloisa Crocco, ás do bom gosto, não para quieta. A última criação da designer gaúcha que pinta o sete com madeira, sementes e fibras naturais é este cubo – usado como mesa lateral ou banco – que leva o seu nome. As impressões na superfície, marca registrada no trabalho da artista, acentuam no bloco de pinus maciço um certo aspecto rupestre, tribal, sem comprometer a modernidade da peça, que tá à venda na Dpot.

+ www.dpot.com.br

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26/04/2010 - 13:43

Pênalti!

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E tá todo mundo batendo figurinhas para completar o tal álbum da Copa (como o pop não poupa ninguém, tem até jornalista de pedigree “contrabandeando” Ronaldos e Beckhams aqui pelos corredores de Casa Vogue).

Na onda “a taça do mundo é nossa”, Marton (o cara das listrinhas, de quem sou fã confesso), acaba de bolar essa mesa lateral “Quebra-Cabeça”, nas cores da bandeira (e da nossa Seleção Canarinho, course). Feita a partir de tampos circulares de MDF, a mesa tem quatro variações de jogos impressos: caça-palavras, liga-pontos, labirinto e palavras-cruzadas. Para os pés, aço-carbono, pintado em várias cores.

Você encontra na Dpot: www.dpot.com.br

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11/02/2010 - 22:57

Cobogó

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Semana passada falei com o Fernando Campana, que tá correndo mais do que nunca (ele estava afivelando as malas para mais uma temporada europeia de trabalho árduo ao lado do mano Humberto). E quando eles dão duro, os maníacos por design agradecem. Entre as novidades da safra, por exemplo, os big brothers lançam (pela italiana Plus Design) essa mesa “Cobogó”. Sacou o nome tupiniquim?

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O cobogó, aquele tijolo de cerâmica ornamentado e vazadinho, super usado no Brasil para filtrar a luz solar e permitir boa ventilação, empresta mais do que o nome e a inspiração para a peça, já que entra  em cena como elemento fundido ao tampo, interrompendo a superfície plana com desenhos irregulares. Os Campana exploram esse recurso arquitetônico com poesia: a luz que passa pelo cobogó projeta uma sombra rendada no chão, linda de ver.

+ Veja mais no www.plusdesigngallery.it

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16/09/2009 - 20:17

Zé colmeia

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Do balacobaco esses vasos Colméia de madeira cor-de-mel importados da Tailândia pela LS Selection (www.lsselection.com.br) (você já foi lá? Tem vasos para todos os gostos, dos mais exagerados – que eu adoro –  aos pequenos potiches). Na foto, eles ficam ótimos em trio. Mas em casa, procure evitar essa combinação: o efeito fica muito mais fino quando a gente usa um de cada vez, sem esse desejo desesperado de sair “ornando” tudo com tudo.  O catatau, mais gorduchinho, fica ótimo como centro de mesa – principalmente se for uma Saarinen branca…
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…ou algo ainda mais modernoso, como a mesa criada pelo estúdio Lazerian (www.lazerian.co.uk). A peça faz uma “rede de intrigas” com sua estrutura de madeira laminada. A-d-o-r-o.

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15/09/2009 - 20:11

Paris é aqui

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Super descolex essa mesa Paris, onde os jogos de vazios da estrutura bancam a leveza da peça. Inspirado na Torre Eiffel, o designer Frederico Cruz Pereira mixou cortes laminados de madeira de espessuras muito finas em efeito vazado (mas bem resistentes, como não poderia deixar de ser algo batizado com o nome da “Dama de Ferro), coroado por um portentoso tampo de vidro. Você encontra na Home Design (www.homedesign.com.br).

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06/08/2009 - 11:53

A rosa de Hiroshima

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Há exatos 64 invernos, em 6 de agosto de 1945, a humanidade escrevia um dos seus piores capítulos: a Segunda Guerra Mundial. Naquele ano, a ferida viva do Holocausto pulsava na civilização ocidental – levemente suturada pelo suicídio do ditador-anti-cristo Adolf Hitler, em abril –, quando o mundo testemunhou, estarrecido, outra atrocidade: a bomba atômica que os Estados Unidos lançaram sobre  Hiroshima. Ali, mais de 100 mil pessoas foram varridas do mapa sem tempo de entender como e porquê – a maioria delas, camponeses indefesos, já que a cidade foi escolhida justamente por ser alheia aos armamentos e absolutamente vulnerável, recolhida entre os vales. Três dias mais tarde, um novo bombardeio em outro alvo interiorano, Nagasaki, ceifou a vida de mais de 70 mil inocentes, confirmando a eficiência demoníaca da tecnologia bélica detonada pelo presidente americano em exercício, Harry S. Truman. Na ocasião, o físico J. Robert Oppenheimer, que comandou a equipe de cientistas e engenheiros responsáveis pelo artefato, declarou: “Eu me tornei a Morte, um destruidor de mundos”. Mesmo arrependido, sua conta foi entregue: morreu de câncer 3 anos depois dos atentados.

Os EUA venceram. E Hiroshima e Nagasaki ainda sentem na pele os traumas do ataque (literalmente, já que a radiotividade nuclear imprimiu rastros que atravessaram as décadas).

O Japão, hoje uma das nações mais pacifistas do mundo, também se tornou a segunda maior potência econômica do globo. O planeta inteiro olha para ele.

Muito além da cultura zen, tecnologia de ponta, artes marciais, inspiração purista, jardins simétricos e filosofias milenares, origamis e sushis, macarrões instantâneos e karaokês, a terra do sol nascente exportou para o mundo talentos fantásticos na arquitetura, no design e nas artes. No dia em que o país lembra um dos seus momentos mais dramáticos, fazemos aqui um registro, em forma, cor e volume, de alguns herois da estética nipônica para a casa no século 20.


Croqui do arquiteto Tadao Ando para o Centro de Arte Contemporânea de Venice


Gaveterio relovucionário que o designer Shiro Kuramata desenhou para a Cappellini, nos anos 90.


Sofá, mesa de centro e luminária do escultor, arquiteto e designer  Isamu Noguchi, produzidas entre as décadas de 60 e 70


Pintura coloridíssima de Takashi Murakami, um dos responsáveis pelo status de arte  dos toys, referências de rua e HQs / Cadeiras de madeira e papel reciclado de Shigeru Ban, do final da década de 90

Saideira com uma das canções mais cults da MPB, imortalizada pelo divo Ney Matogrosso, lá nos anais do Secos e Molhados:

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20/07/2009 - 23:26

Besame mucho

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Lembra que outro dia comentei aqui que a Jacqueline Terpins estava experimentando matérias-primas alternativas, além dos cristais que a consagraram? Pois a produção extra-vítrea segue de vento em popa, como mostra este petardo que acabei de pinçar no seu estúdio: reeditada em novo material, a mesa lateral Besame Mucho é produzida agora em corian, matéria-prima que combina com perfeição minerais naturais e resina acrílica de alta qualidade. A peça tem uma superfície sólida, maciça e resistente. Como resultado estético, este material passa a sensação de porcelana fosca, permitindo criar ambientes sensoriais e criativos. Embora seja admirador das linhas retas, confesso que também tenho uma quedinha por formas mais inusitadas e orgânicas – incluindo esta, quase alienígena.


Nova obra de Jacqueline Terpins, a mesa “Besame Mucho” agora é feita de corian, um material superfuturista (leia mais no texto) / foto: Divulgação

E o corian tem seus plus: é durável, não descasca e é resistente à maioria dos impactos e arranhões que ocorrem em áreas de uso intenso. “A qualidade da matéria-prima é de extrema importância para a excelência do produto final”, diz Jacque.  + www.terpins.com

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29/06/2009 - 23:55

Duas metades

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Se você, assim como eu, é fã do uso responsável da madeira empregada nos acepipes de casa, clique no site do designer americano Paul Loebach (www.paulloebach.com) e se delicie. Enquanto isso, para antecipar uma ideia do trabalho bonitinho do cara, colei de lá um espelho esquisitão (mas originalíssimo), além da mesa com tampo de vidro, da luminária em look meio “A Bela e a Fera” e da cadeira simplista: recortes de um portfólio honesto e sem firulas. Mas o que mais gostei mesmo são os vasos. Feitos em madeira maciça, eles são esculpidos em duas metades e depois unidos com uma linha divisória em relevo, que acentua o trabalho artesanal. Adoro o efeito!

Mudando de assunto: lembra que eu comentei outro dia sobre a vitrine da Forma, com as peças do Wagner Archela e etc? Pois bem… Na verdade, a vitrine é da Cod (Creative Original Design), loja que passa a ocupar o tradicional endereço da Cidade Jardim (onde a Forma funcionou por 50 anos). Quem conta é Paulo Chaits Kus, que faz a comunicação da marca: “A nova loja está instalada no renomado prédio assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, um dos marcos da arquitetura brasileira. A COD representa as marcas Teperman, Rolf Benz e Herman Miller, além de licenciar produtos exclusivos com a sua marca como as peças Biela e Pazzeto, do Wagner Archella. Trata-se de uma multi-marcas, sem nenhuma relação com o antigo ocupante do imóvel. Aqui os ambientes podem ser vivenciados na prática, trazendo o projeto à realidade, atendendo o mercado corporativo e residencial plenamente”.


Entre os clássicos que você encontra por lá, está a divertida Red and Blue, criada pelo arquiteto holandês Gerrit Rietveld. Recado dado, fica o convite para uma visita. Comece pelo site: www.codbr.com

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24/06/2009 - 17:54

Londrina fog

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Tem sangue novo no pedaço. E sangue bom, como dizem os manos. De Londrina (a cidade paranaense mais inglesa de que se tem notícia) para o mundo, o arquiteto Guilherme Torres (www.guilhermetorres.com.br) tá crescendo e aparecendo. É verdade que, mesmo fora do hype óbvio do eixo Rio-Sampa (o Brasil é muito maior do que isso, tenha certeza) o cara já garantiu um lugar ao sol entre a nova geração de pranchetas (com dez anos de portfólio bem editado, Torres já abocanhou alguns prêmios e estampou o seu trabalho em revistas bacanudas, como a minha predileta, a Casa Vogue, rs). Mas agora ele começa a ser reconhecido também pelo traço moderninho dos seus móveis. Houssein Jarouche, que enxerga longe, tratou de firmar uma parceria com o cara para a sua Micasa (www.micasa.com.br).

À moda da arquitetura que assina, o estilo das peças, produzidas com um caprichado trabalho de marcenaria autoral, transita entre o pop e o contemporâneo, com foco na ergonomia e funcionalidade. É tudo muito simples, sem inventar muita moda, mas com apelo modernex e grande efeito visual. O processo construtivo leva chapas de MDF em tamanho especial, estruturas metálicas embutidas e cartela de cores selecionadas (prefiro as vibrantes). Cada peça recebe atenção especial de sua equipe, composta por artesãos marceneiros diretamente envolvidos no processo de criação. Esse cuidado é fator determinante na fabricação dos móveis, que demoram até 60 dias para sair do forno.

Entre os destaques, curto a mesa JET (seria piadinha com Jet Lag pela matéria-prima estrangeira ou uma menção aos Jetsons pelo perfume futurista? Juro que não sei!). Só sei que, com acabamento em lâminas de madeira importada ou laca, a peça está disponível em 12 cores.  Com linhas definidas na parte superior e traços geométricos na inferior, a mesa é um desafio à gravidade, com tampo sólido apoiado em estrutura delgada de formas arredondadas e sensuais. Eu gosto. E você?

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27/05/2009 - 20:12

Olhos coloridos

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Vapt-vupt por conta da correria. Olha que divertida essa mesa eu vi no Dezeen.com. Cria do designer belga Alain Gilles para a italianíssima Bonaldo (www.bonaldo.com), a peça é de uma frugalidade sem fim: consiste numa lâmina de madeira fazendo o tampo + estrutura com pintura automotiva fazendo os pés, num efeito assimétrico descoladaço, valorizado tanto pelo jogo tétrico, quanto pela ginga de cores. Inté!

via Dezeen

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