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31/03/2010 - 22:02

Faroeste Caboclo

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Adorei essa imagem que acabo de receber como prévia da sexta edição da revista “Way Design”, magazine da marca carioca homônima que aposta em talentos brasucas. Na matéria “Out of reality”, a jornalista Elda Priami escreveu: “Neste mundo multipolarizado, a arquitetura e o design ganham formas surrealistas. Às vezes, os projetos desafiam até a lei da gravidade, mas há muito espaço para pensar em algo que ainda não existe e… surpreender. Pode estar na aparente simplicidade o desafio do novo. “

Com essa ideia na cabeça e um maço de feno (virtual) nas mãos, Sergio Fahrer mandou ver neste sofá em look “mundo de Marlboro”. Com a palavra, o designer: “Este sofá seria feito de feno. É uma peça que ainda não existe, pois nunca foi fabricada. Se ele existir, vai cumprir sua função de sofá e passará a não existir no momento em que quisermos. Podemos sentar nele para relaxar (principalmente se estivermos no campo) e, quando não o quisermos mais, deixamos que um animal se alimente dele. Neste momento, o sofá passa a não existir de novo, pois virou o alimento para o animal, que se transformará em adubo para a terra, onde o feno voltará a crescer. Se quisermos, ele pode virar um sofá novamente. É o produto mais perfeito do mundo, pois tem design, função específica e atende a toda a cadeia produtiva, alimentar, de reciclagem, sem poluir o meio ambiente”, explica.

Para saber o resto, é só esperar a publicação, que roda no circuito a partir do dia 6 de abril.

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01/07/2009 - 23:09

O veneno antimonotonia de Rosenbaum

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Em sua carreira meteórica, Jean Michel Basquiat conseguiu um feito e tanto: pixou seu nome com letras garrafais no muro da contracultura norte-americana, nos coloridos anos 80 (quando quase toda a subversão setentista já havia ecoado pelos quatro cantos do planeta). Gênio precoce, badalado e festejado aos 19 anos, morreria pouco mais tarde, aos 27, depois de uma vida de glam e excessos, regada a sexo, drogas, grafitti e rock’n roll. Basquiat namorou Madonna, foi amigo de Andy Warhol e teve muito mais do que quinze minutos de fama: sua marca ficaria impressa para sempre no circuito, como uma das figuras mais originais da arte contemporânea.

Quando nos sentamos para bolar o conteúdo da já tradicional edição de arte de Casa Vogue, nossa diretora Clarissa Schneider teve o insight: “Vamos convidar Marcelo Rosenbaum para interpretar um ambiente à Basquiat”. Bingo! Ninguém melhor do que ele para encarar o desafio. Sou fã número um do Rosebambambã por vários motivos: ele tem uma verve criativa cheia de gás; inventa moda sem nenhuma pretensão; converte o ordinário em extraordinário num piscar de olhos; é moderno até o tutano sem dar as costas para a cultura popular brasileira; é pop porque fala com a elite e com o povão com um carisma infinito; não segue padrões convencionais e subverte a estética o quanto pode, sempre que pode, entre outros adjetivos. Mas o que mais me surpreende em seu trabalho é a entrega absoluta. Com um briefing nas mãos e a liberdade de sempre na cuca, Marcelo inventou um Basquiat tão legítimo que podemos sentí-lo no espaço – tipo loft nova-iorquino, total 80s. Fui lá acompanhar tudo de perto, boquiaberto com a mistura fina: o grafite, a street art, os pneus empilhados, os móveis de design, os tribalismos, as projeções em video, a fusão luxo-lixo… Sem falar no look new-wave com direito a Louboutin-agulha-vermelho-vertiginoso onde a modelo Isabella Melo (adoro esse link fashion-decorex) tentava se equilibrar fazendo a linha “musa de Basquiat”, produzida pelas poderosas Verena Bonzo e Jéssica Juliani.

Sempre faço questão de assinar os textos que publicamos sobre o Marcelo em Casa Vogue. Mas, desta vez, justamente buscando um distanciamento mais crítico (e talvez menos inflamado), encomendei o feito a um dos nossos colaboradores prediletos, o Sergio Zobaran, que chegou chegando no título: “Vida louca vida.” Para te deixar com água na boca e fazer você sair correndo agora até a banca mais próxima buscar a sua revista predileta com a superprodução de Rosebambambã na íntegra, antecipo aqui alguns registros do Romulo Fialdini (outro de nossos colaboradores prediletos) e uma impressão zobaraniana (não menos empolgada do que a minha):

O Marcelo Rosenbaum não produz apenas lares, doces lares na TV. Como anda muito global, e lá dizem que ‘quem sabe faz ao vivo’, ele montou, para este especial de julho da Casa Vogue, um editorial sensacional: um real loft novaiorquino (um ambiente só, pédireito alto and so on) em homenagem ao Basquiat – em pleno bairro de Pinheiros, SP. Mais precisamente em seu genial escritório-galpão, uma antiga gráfica. E lá fui eu estudar a vida deste artista plástico muito louco que era o norteamericano Jean-Michel Basquiat (claro que, na minha pesquisa além-google, li que era haitiano, e por aí vai… mas haitiano era o pai, daí o nome francês!), antes de entrevistar o Rosenbaum, que já conhecia desde os tempos politicamente incorretos em que assinou um fumoir para a Casa Cor, idos de 2003. A produção incrível desta sofisticadíssima toca foi de parte a parte: no nosso time, um aparato com direito a stylist, produtora e assistente, beauty maker & assistant, fotógrafo, modelo magérrima-cabelão-lata de spray na mão, diretora de redação, editor-chefe (os meus chefinhos), e eu, o repórter… No coletivo dele, uma penca de designers, artistas e produtores modernos e antenados também (people like us). Resultado: o fera Basquiat, que só viveu 27 anos, entre 1960 e 1988, ganhou um ambiente incrível e a cara dele, por tudo que li e vi no livro que o Wair de Paula me emprestou (e seu trabalho me fez lembrar mais uma vez de Alex Vallaury, Leonilson e Jadir Freire, entre outros tantos pós e contemporâneos dele, grafiteiros ou não), e pelos móveis, obras de arte e objetos selecionados a dedo para compor o décor – em que dá vontade de ficar pra sempre. A inspiração do texto, além de tudo de bacana à nossa frente, foram as músicas de época do Cazuza, anos 80 na veia. Afinal, além de tudo (grafites e heroínas como Madonna em sua cama), nosso herói morreu de overdose, como outros da letra J da vez: Jimmy Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin. A vida foi breve, as marcas para sempre. Só não passe a perceber Basquiat em tudo o que agora vê por aí. Garanto: tem tudo a ver, sim, com o que vemos/vivemos hoje – só que de forma mais mainstream. Mas estes sintomas passam em um mês. A matéria fica: linda e ali registrada na Casa Vogue. Aprecie com moderação…

Atenção: a capa que eu colei acima não é a que está nas bancas – escolher capa é um trabalho complicado: colocamos mil opções na frente, consultamos gregos e troianos, votamos e estudamos os prós e contras de cada uma delas, antes de determinar a eleita em si. Mas acho esse estudo tão genial, mas tão genial, que quis dividir com vocês. Clarissa teve a ideia do spray na mão da modelo garfitando o logo, e acrescentou o arranjo de flores de plástico à produção de Rosenbaum; Zé Renato entrou com o recorte e com o “A” estilizado da “Anarquia”. Romulo e Marcelo dirigiram a top com toda a ginga. Demais, não?

Para fechar o post no melhor estilo “Vida louca, vida breve”, escolhi um flashback do balacobaco. Clarissa e eu comentávamos agorinha, que nada mais Basquiat na música brasileira do que Cazuza. Zobaran fecha no discurso. Àqueles que, como eu, cresceram nos 80s, um salve com uma das frases mais definitivas (e suicidas) da nossa poesia-pop-cantada: “vida louca, vida breve, já que eu não posso te levar, quero que você me leve”:

Autor: - Categoria(s): Casa Vogue Tags: , , , , , , , , , , , ,
30/04/2009 - 19:26

Siga o mestre

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Às portas de fechar a quitanda para mais um feriadão deste calendário brasuca-ôba-ôba (vou me jogar em Campos do Jordão, e você?), antecipo em post, com exclusividade, um pequeno recorte da nova casa de campo do Sig Bergamin, aqui pertinho de Sampa. Ontem estivemos lá (Zé Renato, Rômulo Fialdini e eu) para armar uma matéria superespecial da edição de junho de Casa Vogue – prepare-se, porquê ela virá mais quente do que nunca!


Sig Bergamin e sua cadela Ásia, em registro exclusivo para a Casa Vogue / foto: Rômulo Fialdini

Chegamos cedinho, junto com o sol do outono. Dia lindo, céu limpo, brisa fresca como as flores que saltavam aos olhos – as do jardim e as arranjadas em vasos, bules e canecas, com a ginga cara ao dono do pedaço. E lá veio o Sig com seus três mascotes, as frenéticas América, África e Ásia (a menorzinha, que você vê posando com ele), fazendo algazarra na varanda, em clima de comercial de margarina. Alcunhas tão cosmopolitas quanto os carimbos no passaporte do esteta-desbravador que as batizou.

Dentro da casa, a luz filtrada pelas árvores frondosas dava um tempero especial ao cenário, impregnado da alma do Sig. Suas digitais estão em cada cantinho: na combinação improvável (e deliciosa) de cores, padrões e volumes; na cultura que jorra dos artefatos pinçados nos quatro cantos do planeta – do Laos a Trancoso, com escala nos melhores mercados de Paris e Nova York; nos pôsteres de cinema; nas obras de arte; nas louças e nas coleções – de pano de prato, de bules, de cerâmicas, de pássaros. Uma assemblage trés chic que faz justiça ao seu status de maior decorador do Brasil. Mais? Em breve, na Casa Vogue.


As multirreferências do designer Sig Bergamin na decoração do seu ambiente pessoal / foto: Rômulo Fialdini

Autor: - Categoria(s): Casa Vogue, Décor Tags: , , ,
06/04/2009 - 21:02

Fraternité, eleganté et revisté!

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E por falar em revistas bacanas, outra magazine bonitona que recomendo é a Tania Bulhões #3, coordenada e editada por este blogueiro que vos escreve. Muita gente pensa que se trata de um catálogo da loja. Não é messssmo!

Como eu conto lá em cima, é uma revista de verdade, obviamente customizada dentro do universo da loja (que é muito mais que uma loja, é claro), mas tratada como r-e-v-i-s-t-a do prólogo ao epílogo, sem a menor pinta de catálogo (você vai sentir isso ao folhear o conteúdo e sacar o padrão editorial Vogue, com direito a excelência no tratamento de imagens, textos assinados por gente do naipe de Ignácio de Loyola Brandão, cliques de Tuca Reinés, Rômulo Fialdini e Alain Brugier, produções de Tissy Brauen, Ana Montenegro e Paula Queiroz, matérias de leitura e ideias chiquérrimas para inspirar você, seja lá qual for o seu estilo).

Ali, as coleções de Tania Bulhões e o lifestyle superabrangente da marca são apresentados em clima de manual prático para casas, mise-en-scenes e afins. Desta vez, inspirada pelo Ano do Brasil na França, a empresária apostou na fina estampa de quatro celebridades francesas para ambientar o conceito da temporada outono-inverno 2009: Brigitte Bardot, Jane Birkin, Grace Kelly e Gérard Depardieu. Um master class de glamour com pinceladas de bleu, blanc e rouge. “Acho chic!”, como diria Ailton Pimentel, saudoso amigo (e jornalistão dos bons) que há exatamente um ano subiu para o andar de cima…

Autor: - Categoria(s): Casa Vogue, Décor, Design Tags: , , , , ,
02/04/2009 - 20:11

Alegria, alegria…

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… E chiqueria, chiqueria. A Casa Vogue (minha revista predileta!) de abril chega às bancas mais colorete do que nunca. Não precisa nem procurar muito (a capa vai encontrar você), com look quente, solar, alto astral, totalmente demais.

“Pintura Íntima”, a matéria principal, diz tudo sobre o tema-conceito da vez: a vida imita a arte. Sob medida para nós (e para vocês), Roberto Migotto (über-decorador e arc-amigo de todas as horas para produções estético-culturais de primeira) interpretou, em estilo e ambientação, a explosão colorida da pintora, escultora, cenógrafa e estilista franco-ucraniana Sonia Delaunay, pioneiríssima na derrubada das barreiras entre as artes plásticas e as aplicadas, lá na Paris dos anos 20, quando os modernos começavam a dar os ombros para os caretas.

O mise-en-scene ficou tão deslumbrante, mas tão deslumbrante, que deu até canseira na equipe para escolher a capa do número (uma tarefa sempre difícil, mas que desta vez ficou muito mais complicada, considerando o caminhão-baú de possibilidades à mão).

Abusamos do vermelho, nossa base, mesclado a formas geométricas, listras e estampas criadas por Sonia, que dificilmente veríamos juntas num projeto comercial, embora muitas peças isoladas, ou mesmo algumas combinações possam perfeitamente ser usadas no dia a dia. É como um desfile de moda, que causa efeito e impressão, mas que não é exatamente comercial”, diz Migotto.

A pegada fashion ganhou pimenta com as caras, bocas e performance blasé da top Carol Demarqui, a bordo de um vestido da coleção que Valdemar Iodice desenhou inspirado justamente em Madame Delaunay. Não é que ela coube direitinho no papel da Soninha?

Inspiração pouca é bobagem. Num impulso sagitariano, bateu uma vontade louuuuuuca de pintar as paredes do meu lar, doce lar de vermelho-cereja. Mas tô segurando as pontas – pelo menos até terminar de pagar a penteadeira vintage que mandei laquear de amarelo-safari (o mesmo tom do recamier da capa desta edição), para usar como bar-solar de drinks furta-cor, baratos e afins. Um dia, mostro aqui como ficou. Enquanto isso não acontece, dá uma espiada no conteúdo desse mês:

Autor: - Categoria(s): Arquitetura, Artes, Casa Vogue, Décor, Design Tags: , , , , , , , ,
12/03/2009 - 20:59

Regresso

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Salve! Cá estamos após sumiço involuntário pós-carnaval – mazelas na lombar, perdas irreparáveis (vovó partiu para o andar de cima), excesso de trabalho e outras cositas mais. Enfim, a vida continua – e este blog também.

Você já viu a última Casa Vogue? Tá imperdível do prólogo ao epílogo, com casinhas batutas, shopping decorex e gente bacana (repare na pose do Roberto Migotto com a Ana Paula Padrão, estrelas do nosso giro do mês). Amanhã tô de volta, com drops dos últimos acontecimentos do circuito – Craft, Abup, Maison Objet, Milão e que tais. Alguns stills na sequência:

Autor: - Categoria(s): Casa Vogue Tags: , , , , , , ,
09/02/2009 - 17:33

Deu na Wallpaper!

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E a descoladíssima Wallpaper, bíblia das tendências fashion+arts+decor mundo afora, acaba de lançar a sua já tradicional edição com os melhores do ano.

Pela quinta temporada consecutiva, a revista inglesa abre fevereiro de 2009 com a lista dourada dos melhores de 2008, em categorias tão antagônicas que vão desde os acessórios masculinos mais batutas à melhor mobília da casa.

Por questões éticas, não posso debulhar aqui o conteúdo na íntegra, mas tomei a liberdade de arrancar algumas páginas para vocês. Dica de design-maníaco: vale a pena investir alguns dólares no seu exemplar.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
02/12/2008 - 17:01

Sonho de uma tarde de verão

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Tchan, tchan, tchan: olha o blog aí de cara nova, gente! Ainda não me acostumei ao new shape do layout, mas ficou tão mais fácil subir um post com a ferramenta atual (você não imagina o drama que era deixar as fotos formatadinhas, ajeitar tudo proporcionalmente, inserir links e etceteras…), que tô até fazendo um esforço de assimilação. E você, curtiu o look superdimensionado? Se bem que, durante a fase de migração, que leva uns 3 ou 4 dias, muita gente ainda vai visualizar o blog antigo. Mas vamos que vamos e desculpe a nossa falha!

E o assunto de hoje é praia, sol e life style caiçara. A galera que orbita o universo do décor não pára de comentar a capa da edição de dezembro de Casa Vogue, minha revista predileta, como vocês sabem. Na modesta opinião deste blogueiro que vos escreve, é uma das melhores capas de todos os tempos – “parece um livro”, como soprou a Clarissa. Existe ali, naquela cena, algo de muito vivo, muito fresh, muito chic… e sem nenhuma pretensão. Tô viajando na maionese? Pois eu queria era viajar de fato: largar tudo e correr para esta cena agorinha mesmo.

Clicada pelo Marcos Antônio – é a primeira capa-vogue do cara, que daqui pra frente tem tudo para emplacar outras tantas –, a antiga casinha de pescador na Praia do Espelho, ali coladinho em Trancoso, no Sul da Bahia, é só uma deixa dos destinos fabulosos que recheiam a revista. Tem pied-a-terre na Grécia, em Punta, no Marrocos, no litoral norte de Sampa (já reparou que temos trilhas do paraíso a poucos quilômetros da capital?), roteirão de viagem no Vietnã e por aí vai. Quem resiste?

Autor: - Categoria(s): Casa Vogue Tags: , , , , ,
03/10/2008 - 12:54

O encantador de cavalos…

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Ok, ok, prometi atualizações diárias, mas a vida por aqui continua dura, muito dura, mas com uma baita luz no fim do túnel (que não tem nada a ver com o abajour que abre o post): hoje embarco para uma mega-trip (depois conto tudo, mas adianto que, embora vá ficar mais de 20 dias fora, estarei a bordo do meu inseparável note dividindo tudo com vocês – na medida do possível, é claro). Antes de zarpar, precisei cumprir várias missões quase impossíveis. Uma delas foi fechar uma revista hipi-chic (título emprestado do Sylvain Justum, do hypercool, que colaborou com um texto ótimo), sobre o Athina Onassis International Horse Show, produzida pela Carta Editorial e assinada por este editor que vos escreve.


Nunca morri de amores pelo universo hípico – sou menino medroso e desengonçado da cidade grande, e minhas experiências a bordo dos pangarés foram todas muito traumáticas -, mas como mergulho de cabeça em tudo o que faço, acabei me apaixonando pelo assunto – juro! E o tema é puro-sangue-bom!


É isso: só vim mesmo dar satisfação para os meus queridos Ana, Luis, Dé, Marcelo, Visitante, Lucas, Diógenes, Adriana, Lilian, Paula, Lara, Claudia e todo mundo que passa pelo meu puxadinho virtual (quase não tenho tempo de repercurtir os coments, mas juro que leio todos). E para você entrar no meu clima “Lady Godiva”, postei duas coisas que têm tudo a ver com a minha vibe: o tal abajour lá em cima, é da Butik, de Beto Galvez e Nórea de Vitto. No meio, coleção de louça polo, da Helvetia House. Encerrando, cavalinho vintage Elle et Lui Maison. Beijos e inté já, com news made in Paris, Itália, Grécia, Turquia e Egito (um dos maiores sonhos da minha vida, quando ainda cogitava estudar arqueologia…). Tá? Fui…

Autor: - Categoria(s): Casa Vogue, Décor, Design Tags: , , , , , ,
02/10/2008 - 10:35

Olha a Casa Vogue aí, gente!

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Com sotaque carioquês universal, sem bairrismos, com bossa nova e bossa vintage, a edição de outubro já tá nas bancas. Se joga!

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